MC Feelings

Hello world, i'm your wild girl… I'm your ch ch ch ch ch ch ch ch cherry bomb!

Os Homens Que Não Amavam As Mulheres quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Olá, pessoas!

Well, estou há um bom tempo sem postar, né? uhn.

É, férias… Sabe com é… Quase não estive em casa, muito menos tempo para postar, muito menos tempo ainda para saber o que postar. Hehe. Anyway, I’m back!


 

O assunto hoje parece ser chato, mas não é… Pelo menos para os inteligentes e/ou cultos. =) Então, se você é alguma coisa dessas, não vai bocejar ou fechar a porcaria da janela quando começar a ler o que vem a seguir. Rs.

Se tem uma coisa que eu AMO fazer é ler, e você, seu preguiçoso com essa bunda enorme na cadeira há horas, fazendo simplesmente NADA o dia todo, só no computador, vá fazer alguma coisa: Leia um livro!

É sério gente… Nesse país enorme chamado Brasil, com quase 200 milhões de pessoas, menos de 10% DA POPULAÇÃO lêem pelo menos 1 MÍSERO livro por ANO! Isso que dizer basicamente que os outros 90% nem devem saber o significado da palavra “livro”. Rs. Ok, não é engraçado, mas é isso mesmo. Aí você irá dizer: Ah, não é para menos, ler é a coisa mais chata do mundo, blá, blá, blá… E eu vou te confessar uma coisinha: Eu também odiava pegar num livro, até… eu ir por LIVRE E ESPONTÂNEA PRESSÃO VONTADE à uma livraria e escolher um livro que eu quisesse, no tema que eu quisesse e lesse se eu quisesse. Ok, ninguém quer saber, mas se tem uma coisa de desestimula TOTAL a vontade ler algo, são os livros CHATOS pra caramba que os colégios/faculdades passam pra os alunos. Nossa senhora, parece até castigo por eu ter feito alguma coisa errada em vidas passadas. Ok, parei. Mas, de qualquer maneira, esses livros tão especiais acabam achando que a leitura é só aquilo, é NÃO É ok.

ALÉM de terem estudos dizendo que a leitura deixa, digamos… a pessoa mais inteligente. Segundo a minha professora de português, a leitura mexe com todo seu conhecimento, e não só com “gavetas” destinadas a cada tipo de assunto.

Ok, vou parar essa coisa toda intelectual por aqui, senão daqui a pouco com chegar com pedras para tacar em mim, me xingar e coisas, do tipo. Rs. Não façam isso, eu amo vocês.


 

E, bem, essa volta toda para dizer que, hoje, meus Feelings estão mais para indicação de um livro…

Essas férias, o último livro que eu li foi um chamado “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” do Stieg Larsson.

Esse foi o primeiro livro de romance policial que eu li, e o mais ‘adulto’ também. Mesmo assim, acho que os que tem até mais experiência com esse tipo de tema, vêem que o livro é MUITO bom.
Por ser detalhado demais e, pode-se até dizer, cansativo no início, e sua primeira reação será abandoná-lo, mas eu sinceramente aconselho a não fazê-lo.
Uma das coisas mais cativantes ao decorrer do livro são: o mistério sobre o desaparecimento de Harriet em 1966 e a personagem Lisbeth Salander. Definitivamente, isso te prende ao livro logo depois das páginas 70/80.
Esse é um livro que eu definitivamente recomendo às pessoas! Vale a pena cada centavo gasto nele e cada minuto perdido se dedicando à sua leitura!


 

Vou deixar a sinopse para ver se interessam à vocês, e digo logo que essa é uma trilogia (Millennium) , e esse é o primeiro livro:

Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca.

 Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.

 

Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois…. até um momento presente, desconfortavelmente presente.


 

Gostaram?! Então corram para a livraria! =D Haushaushs!


 

Prometo que no próximo post será um assunto mais agradável à grande massa e vocês não sentirão essa grande necessidade de bater em mim, rs. =)


 

Beeijos para todos que perderam seu precioso tempo comigo again. =)

 

 
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